sábado, 13 de agosto de 2011

FELIZ DIA DOS PAIS

Um pai e seu filho

Em uma fazenda vivia uma família. Simples, humilde, mas onde existia amor e graça. Tinham dois filhos. Os dois irmãos trabalhavam com afinco nos seus afazeres. Até que um dia o mais novo, fascinado com as luzes da cidade, pelos amigos de infância, pela promessa de liberdade e pela cobiça que entrou em seu coração, resolveu pedir sua parte da herança ao seu Pai.

Este perguntou-lhe o porquê daquela decisão, pois ali tinha tudo o que uma pessoa deseja e anseia. Mas tudo foi em vão. A cobiça corrompeu o coração do jovem.
Dias depois, com malas nas mãos, o filho pegou o dinheiro que lhe pertencia da herança. Seu íntimo era só alegria. Seus olhos brilhavam de felicidade. Sentia-se como estivesse saindo de uma prisão.

Seu Pai sentia uma dor enorme em seu coração. O filho parte deixando seu Pai em pedaços. Mas no coração deste Pai ainda ficou uma esperança.

O filho parte rumo ao desconhecido. Havia na cidade de tudo, festas, bebidas, droga, músicas que lhe alimentavam a alma, enfim, tudo o que seu coração desejava e sonhava estava se tornando realidade, superando até mesmo suas expectativas. No auge de sua mocidade, queria apenas curte a vida, sem se preocupar com responsabilidade alguma. E assim foi até o seu dinheiro acabar.

Depois de muitas noites de festas e alegrias, tudo começou a mudar. Caindo em si, percebeu que todo o seu dinheiro tinha acabado. Seus amigos de noitadas o deixaram, pois já não tinha nada a oferecer-lhes e, assim, ele começa a entrar em um estado de desespero. Não havia mais ninguém ao seu lado. Todos o abandonaram.

Despejado, pede emprego em uma fazenda, pois tinha experiência. Lá era tempo de estiagem a comida era escassa. Passado alguns meses, não agüentando mais aquela situação, o jovem chora de amargura e arrependimento. Pensou "na casa de meus pais tinha o respeito de todos e era bem tratado. levantar-me-ei e voltarei a casa de meu Pai, não como filho, mas apenas como empregado, pois seus empregados comem muito melhor do que eu agora".

No caminho de volta o medo tomava conta de tal forma que já não via o seu Pai, que o era tão amável e carinho com ele, como Pai, apenas como um sanguinário vingador.
Seu Pai todos os finais da tarde ficava na porteira da fazenda esperando seu filho voltar. Nunca perdeu a esperança de poder de novo abraçar seu filho.

Um dia, já quase o Sol se pondo totalmente, o Pai avista uma pessoa vindo em direção de sua fazendo. Como estava quase tudo escuro não pode avistar com clareza quem era. A pessoa estava vestida com uma roupa toda rasgada, cabelo comprido, barba por fazer, enfim, parecia um pedinte. Mas em uma certa distância o pai reconheceu seu filho. Era seu filho amado que estava perdido. O Pai não se conteve de alegria e corre em direção de seu filho. O filho já cansado da viajem cai no chão. O Pai segura-o em seus braços e o beija carinhosamente.

O filho, agora de joelhos diz: "- Pai pequei contra o céu e perante a Ti, já não sou digno de ser chamado de teu filho." Mas o Pai, em puro êxtase de alegria disse a seus servos: "Venham todos, levem ele para dentro de casa, trocai as suas roupas, colocai um anel em seu dedo e sandálias em seus pés, pois hoje o meu filho que estava morto reviveu, estava perdido e foi achado." E todos os seus servos alegraram-se.

Assim é o pai que ama seu filho.

FELIZ DIA DOS PAIS!
São os nossos votos.

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