quarta-feira, 17 de abril de 2013

Faleiro entra na mediação para desocupação da prefeitura de Senador José Porfírio



Por assessoria

Continua a ocupação da prefeitura de Senador José Porfírio por um grupo de agricultores de duas localidades que pedem melhorias. Sem serem recebidos pelo prefeito Fernando Uchôa (PR) e nenhum representante da gestão municipal os manifestantes mantêm a ocupação.  Diante da situação o deputado estadual Aírton Faleiro (PT) busca contato com o prefeito e enviará oficio ao gestor para que seja recebida uma comissão para iniciar o diálogo e a desocupação da sede do executivo municipal.

“Me disponho a falar com o prefeito para que se abra o diálogo, minha proposta é que se abra a negociação com a prefeitura desocupada e se discuta a pauta a qual não considero absurda, trata-se de um ramal de 30 km aproximadamente onde há cerca de 8 atoleiros e os agricultores estão pedindo o serviço de tapa buraco para garantir o direito de ir e vir”, disse o parlamentar, ressaltando que foi informado pelo movimento de que há mais manifestantes chegando em mais 3 caminhões  para ocupar o prédio “Proponho debater a pauta pacificamente, pois o conflito não é bom para o município e não é bom para ninguém”, afirmou.

A OCUPAÇÃO DA PREFEITURA – Desde ontem, 16, um grupo de agricultores das localidades Ressaca e Transunião, do município de Senador José Porfírio, acamparam no prédio da prefeitura como forma de reivindicar melhorias de estradas e acesso as demais políticas públicas: educação, saúde, escoamento da produção, entre outras.  Desde o último dia 11 estes agricultores estão tentando dialogar com o prefeito Fernando Uchôa, sem sucesso.



terça-feira, 16 de abril de 2013

Na imprensa hoje: Luz para Todos

Fonte: O Liberal edição de hoje.


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ANAPU: Seminário discute programas de inclusão social do governo federal

por assessoria

O deputado estadual Aírton Faleiro (PT) participou em Anapu do seminário para debater os programas federais "minha Casa, Minha Vida", "Terra Legal" e "Luz Para Todos".

O seminário foi realizado no salão da Acica com a participação de aproximadamente 300 pessoas, público formado por agricultores, representantes de associações rurais e autoridades políticas.

Faleiro levou a boa noticia da retomada do programa Luz Para Todos na região.








RURÓPOLIS: Festival do Maauaçú é Patrimônio do Pará

Por assessoria
 Foi aprovado na manhã desta terça-feira, 16, na Assembléia Legislativa o Projeto de Lei nº 60/2012 - de autoria do deputado estadual Faleiro (PT) - que reconhece como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial para o Estado do Pará o Festival do Maauaçú.
O evento é reralizado anualmente no município de Rurópolis desde 2008, com vasta programação deidcada à cultura local, tendo como destaque a disputa entre os passáros Beija-flor e Uirapuru.
Maauaçú significa "uma grande festa".  

Faleiro assina CPI do futebol paraense

por assessoria

O deputado estadual Aírton Faleiro (PT) assinou na manhã desta terça-feira, 16, o requerimento - de iniciativa do também petista deputado Alfredo Costa - que instala Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar indícios de irregularidades ocorridas no futebol paraense.



Em coluna, Dilma fala sobre Bolsa Verde, energia elétrica e Pronatec

Fonte: Blog do Planalto

Na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (16), Dilma Rousseff respondeu perguntas sobre o Bolsa Verde, que busca valorizar o trabalho de beneficiários do Bolsa Família para a conservação ambiental; o monitoramento e a fiscalização de concessionárias de energia elétrica; e emitiu uma mensagem em que faz um balanço do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Sobre o Bolsa Verde, a presidenta falou que o objetivo é atender quem cuida dos ecossistemas e recursos naturais brasileiros. O programa destina R$ 300 adicionais a cada três meses para beneficiários do Bolsa Família que participam da conservação de florestas e reservas, ou que participam de projetos de desenvolvimento sustentável. 

Em outra resposta, Dilma lembrou das obrigações das concessionárias de energia, que são acompanhadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e penalizadas quando não cumprem as obrigações relacionadas à qualidade do serviço.

    “Quando uma empresa supera os limites de interrupção do fornecimento, seja na quantidade ou na duração das falhas, deve ressarcir o consumidor com um desconto na conta de luz subsequente. Em 2012, por exemplo, as distribuidoras compensaram quase 100 milhões de contas, com valor total de R$ 441 milhões. (…) Se for constatada falha de planejamento, operação ou manutenção, as penalidades vão de advertência à multa de até 2% do faturamento anual da empresa. No ano passado, foram aplicadas 343 multas, que somaram R$ 617 milhões”, afirmou.

MAAUAÇÚ: Projeto de Lei de Faleiro em pauta nesta terça

Por assessoria
O Deputado estadual Aírton Faleiro (PT) está em Belém, em sessão deliberativa na Alepa. 
Na pauta de hoje está o Projeto de Lei nº 60/2012, de autoria de Faleiro que reconhece como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial para o Estado do Pará o Festival do Maauaçú, que acontece no município de Rurópolis.
O evento acontece anualmente em Rurópolis desde 2008, tendo como destaque a disputa entre os passáros Beija-flor e Uirapuru.
Maauaçú significa "uma grande festa".  

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ufopa: Sem infra, pesquisa de fungos atrapalha pesquisa de sementes



 Extraído da página da UOL, recomendo leitura

Cristiane Capuchinho
Do UOL, em Santarém (PA)

Após três anos, Ufopa não tem estatuto e reitor indicado mantém cargo



Cristiane Capuchinho
Do UOL, em Santarém (PA)
06h00

O reitor pro tempore José Seixas Lourenço está no cargo desde a criação da universidade
Pelas paredes, cartazes e faixas pedem a homologação do estatuto da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará). Mais de três anos após sua criação, a instituição ainda não tem um estatuto.
Sem o documento, alunos e professores reclamam de não haver normas  para reger o cotidiano da instituição. Perguntado se o modelo de aulas incluía, por exemplo, disciplinas obrigatórias e outras optativas, Luiz Fernando não soube responder. "Também não temos regimento da universidade para saber se há ou não o modelo de disciplinas obrigatórias e optativas."


Os professores não sabem também como são designadas as verbas para pesquisa ou diárias, não há norma sobre como devem ser definidos os cursos novos ou as disciplinas ofertadas, nada se sabe sobre o modelo do diploma oferecido para bacharelado interdisciplinar ou regras sobre o número de aulas que os alunos devem cumprir para se formar e em quanto tempo.

Estatuinte

Quando foi indicado pelo MEC (Ministério da Educação) como reitor pro tempore da instituição, o professor José Seixas Lourenço tinha 180 dias para criar um estatuto. Seixas afirma que cumpriu o prazo, porém professores, funcionários e alunos da Ufopa pediram que o documento fosse reformulado com a participação das três categorias.
Anos se passaram até que em 2012 fosse realizado um congresso estatuinte, legitimado pela reitoria, que redigiu um novo estatuto. "O documento previa que o estatuto fosse homologado pelo Consun [Conselho Universitário] em 120 dias", explica Luiz Fernando de França, presidente do Sindufopa (sindicato de professores da Ufopa).
Um ano após a estatuinte, a universidade segue sem o documento que permite, entre outras coisas, a eleição de um reitor. "Não temos nenhuma informação objetiva do que está sendo feito ou em que pé está a homologação do estatuto", afirma de França
"Eu sou o primeiro a querer um estatuto", afirma o reitor pro tempore. De acordo com ele, o estatuto está sendo analisado pelas Câmaras do Consun e deve ser homologado no dia 6 de junho, dia de reunião do conselho.




Universidade federal ainda tem aulas em hotel após três anos de criação

Extraído da página da UOL, recomendo leitura



Cristiane Capuchinho
Do UOL, em Santarém (PA)
04h30


Fachada do hotel em que alunos da Ufopa assistem às aulas e dividem espaço com instituição privada
A Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) vive de improviso mesmo três após o decreto de sua criação em novembro de 2009. Um de seus campi se chama "Boulevard" -- referência ao nome do hotel em que funciona, o Amazônia Boulevard.
Todos os 1.200 calouros que recebe a cada vestibular passam pelas 40 salas de aula que funcionam em conjunto com as atividades hoteleiras do locador, agências de viagem e até uma outra unidade universitária de uma instituição privada.

Alunos de Federal do Oeste do Pará têm aulas em hotel por falta de salas

Cartaz em prédio da Ufopa denuncia a falta de laboratórios para os cursos de farmácia e biotecnologia. O problema só deve ser completamente resolvido em 2017, quando for entregue um prédio de quatro blocos no campus Tapajós, em Santarém. Até lá, ao menos duas turmas de alunos já deverão ter se formado Cristiane Capuchinho/UOL
Segundo um relatório da CGU (Controladoria Geral da União), de julho de 2012, ali estão alugados também 140 m² para biblioteca, além de um auditório de 1.000 m².
Esse não é o único improviso. No campus Rondon, antigo espaço da UFPA, um prédio ainda não acabado já tem salas de aulas e laboratórios ocupados desde janeiro. Ainda sem acabamento e com áreas em construção, as salas servem à demanda crescente dos estudantes que chegam.

Mais sobre a Ufopa



Ufopa: sem laboratório, pesquisa de fungos atrapalha pesquisa de sementes
O problema de espaço para salas de aulas e laboratórios só deve ser completamente resolvido em 2017, quando deverá estar pronto um edifício entregue em quatro etapas no campus Tapajós, segundo o reitor José Seixas Lourenço.
Até 2017, duas turmas de ingressantes já deverão ter se formado. A construção do edifício ainda não foi iniciada. 

Abandonar navio

A falta de estrutura atinge também os professores que não têm laboratórios para desenvolver suas pesquisas --a pesquisa é um dos pilares da atuação universitária em conjunto com o ensino e a extensão de serviços à comunidade. 

"Não temos como concorrer de igual para igual pela verba dos órgãos de fomento. No projeto de pesquisa preciso apontar qual a infraestrutura que o projeto vai ter e não tenho nada", reclama o professor Aguinaldo Gomes, da licenciatura em história e geografia.
"A gente mesmo se coloca um prazo para esperar que a situação melhore, se não, vou embora", comenta Rodrigo Fadini, professor de ecologia florestal.

"O curso de agronomia tem que ter prática. Não temos prática, só teoria. Não tem material para experimento, não tem fazenda, não tem viveiro, é muito difícil fazer campo"

JULIA BATISTA FERREIRA, aluna do 4º semestre de agronomia

No curso de licenciatura integrada em história e geografia, dos 15 professores existentes, 6 ou já deixaram ou estão em processo de saída da instituição.
Os cursos de ciências econômicas e de farmácia são dois dos que têm sua continuidade ameaçada por falta de professor. Serão trazidos docentes de outras universidades federais para assumirem aulas nos próximos semestres, afirma o reitor José Seixas Lourenço, que confirma que as graduações passarão por uma reavaliação para saber se têm condições de seguirem ofertando vagas.
Os professores não são os únicos a deixarem vagas ociosas na Ufopa. Das 290 cadeiras oferecidas anualmente nos cursos de licenciatura, metade não é preenchida. Um dos bacharelados interdisciplinares oferecidos pela instituição, o de etnodesenvolvimento, não tem nenhum aluno matriculado no momento.