A ponte do Rio Mojú,
que sofreu impacto de uma balsa no dia 23 de março e acabou tendo parte dela
destruída, ainda é preocupação para moradores da região que teve vários setores
da economia abalado.
Nem a colocação de uma
segunda balsa amenizou os transtornos causados para quem precisa passar
diariamente pelo local. De acordo com a população e empresários, os prejuízos
estão sendo grande.
Na área da saúde, quem
precisou vir a Belém para tratamento médico sentiu na pele o transtorno
causado, além de ter a saúde comprometida.
O impacto se fez também no setor de combustíveis e alimentos, que
acabaram tendo o custo alterado e decorrente a isso, acaba afetando o consumidor.
A associação Comercial-ACITA, Câmara de Dirigentes
Lojistas e demais organizações da sociedade civil, de Tailândia, se manifestaram
a fim de buscar soluções à crise que toda a população está sofrendo.
As reivindicações sensibilizaram
o deputado Airton Faleiro, que acompanhou de perto o transtorno. “Visitei o
local e vi a situação que a população está passando, por isso acho justo o
governo acatar as sugestões que foram propostas pela associação de Tailândia e
afirmo: a solução do problema será o asfaltamento emergencial do Ramal
Jambuaçú, cuja extensão a ser pavimentada é de 58km, e ao mesmo tempo, a
pavimentação da PA 252, trecho entre Acará e PA 150, com extensão de 65 km a
partir da subestação da Celpa-Mojú. Ambas interligam a PA-150 com a Alça Viária
e região Sul do Pará e fará a locomoção bem mais rápida até que a nova ponte do
Rio Moju seja reconstruída”, diz o deputado.

O parlamentar oficializará
o Governo do Estado as demandas solicitadas, a fim de buscar soluções para o
problema.
SOBRE A PONTE
Foi inaugurada no ano
de 2002 através do complexo de pontes e estradas. A Alça viária foi um marco no
crescimento populacional e econômico decido a integração das regiões do Estado
do Pará.Já não bastasse o
problema de travessia na ponte do Rio Moju, agora uma situação semelhante acontece
na Transamazônica.
A PA- 230, km 64 do trecho
que liga os municípios de Altamira à Anapú foi fechada por manifestantes a fim
de chamar atenção dos Governos Federal e Estadual para o problema que estão enfrentando.
Segundo a população, a trafegabilidade na localidade está sendo prejudicado por
carretas que fazem o transporte de materiais para a usina de Belo Monte. Como
forma de protesto, as duas balsas que fazem a travessia do rio Xingu no
Distrito de Belo Monte estão sendo impedidas de operar. Apenas as ambulâncias com
pacientes a caminho do Hospital Regional de Altamira é que estão sendo
liberadas por manifestantes.
O protesto começou na
madrugada de ontem (14) e já tem 15 km de congestionamento.
A construção de uma
ponte para acesso mais rápido a municípios da Transamazônica é uma das
reivindicações. A outra é a construção de um porto exclusivo para atender a
demanda das obras da usina de Belo Monte, além de inclusão de balsas
particulares para atender apenas a travessia desses caminhões.
O protesto continua e
não tem previsão de acabar. A população quer uma resposta imediata dos órgãos
responsáveis para uma possível negociação.
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