terça-feira, 30 de novembro de 2010

Carta aos participantes do 5° fórum Pan-Amazônico

Santarém, cidade onde o centro e o norte do continente se encontram.

É neste cantinho tão lindo do planeta que se encontram, no 5° fórum Pan-Amazônico, pessoas construtoras de sonhos - Ainda bem que temos tantas pessoas que sonham e lutam por um mundo com igualdade e oportunidade - Um mundo de paz e de justiça social, pessoas que ganham mentes e coração de tanta gente, para uma pauta que, graças à persistência dessa gente esta incomodando o ouvido dos governantes e das pessoas influentes no planeta.

Essa gente valoriza, mas não se contenta, apenas com as conquistas materiais. Essa gente pauta e ganha terreno no campo de outros valores. Essa gente quer aprofundar os valores éticos de todas as esferas da sociedade, inclusive na política. Quer o meio ambiente seja respeitado e integrante do desenvolvimento socioeconômico. Quer que a crença seja parte primordial na pauta do desenvolvimento.

APOIO DOS PARTICIPANTES

O meio rural pode ajudar no combate ao aquecimento global. Pode oferecer produtos limpos para o consumo humano, bem como construir ambientes adequados para o convívio humano. Acontece que para produzir ecològicamente correto tem um custo á mais, pois se exige outras técnicas de produção que não as convencionais hegemônicas na agricultura. A pergunta é quem paga esse custo, se o produtor ou consumidor.
Propomos que o conjunto da sociedade pague a conta da produção agroecológica. E que isso seja feito na origem da produção e não na prateleira do mercado. Para isso é necessário termos no Brasil uma política nacional de pagamento de serviços ambientais. Sugerimos:

1- Solicitar pressa ao Congresso Nacional na aprovação de projeto de lei em tramitação sobre pagamento de serviços ambientais.

2- Solicitar ao novo Governo Federal que tire da gaveta o Programa Proambiente e torne um programa forte e com recursos financeiros. O Proambiente foi criado por solicitação da agricultura Familiar da Amazônia, mas que não ganhou musculatura necessária.

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